ao contador de histórias...

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um aluno faupino é enviado para uma ilha (sala do janelão, antigamente era a 4.2 da torre E) para uma sessão de... qualquer coisa. depara-se com uma personagem bizarra (ilustre bigode farfalhudo e óculos pré-históricos).

a vida deste aluno iria mudar para sempre...
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"era uma vez um golfinho..."

garantia de qualidade

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projectores anselmo.
"we'll leave the projector on for you."


"antes tinha grande dificuldade em explicar as flechas. agora? tudo mudou!"
- docente satisfeito

A 5ª Torre

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A faculdade está lotada. Tem gente a mais? Não, tem é torres a menos... Cá está a quinta!
Aqui vos trago, directamente dos arquivos do processo de projecto da faculdade, o render do arquitecto...

Trouxa Real

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É possível que muitos de vocês já tenham ouvido falar deste projecto ímpar que vai ser construído em Lisboa, mas tenho a certeza de que há uma percentagem que ainda não tomou contacto com o mesmo. Não sabem o que estão a perder.

Trata-se da Igreja de S. Francisco Xavier, a ser erigida no Restelo, e o seu autor é o Arq. Troufa Real, claramente um artista de nível internacional, misteriosa e injustamente ignorado pelas retrógradas hostes arquitectónicas nacionais. É, aliás, incompreensível que, como “figura de referência na arquitectura portuguesa” que é, não se envidem todos os esforços para que os estudantes de arquitectura conheçam devidamente a sua obra e aprendam com ela.


Mas o que caracteriza então esta proposta tão excepcional?

Em primeiro lugar, atentem na cuidadosamente apurada volumetria, com um fantabulástico minarete de 100 m de altura que tão bem se integrará no skyline alfacinha.

A proporção e relações entre as várias peças são, no mínimo, magistrais. Vê-se que há um indiscutível “ar de família” entre as diversas formas, na sua diversidade; é difícil encontrar projecto mais unitário do que este.

Não deixem igualmente de reparar na escolha acertada dos materiais, que conferem uma expressão inigualável ao edifício, e no sensível trabalho cromático, cheio de subtileza e sensatez.

Do mesmo modo, o arquitecto procurou inspiração em elementos intimamente ligados à arquitectura, como o sejam barcos, ondas, jóias, etc.., ou a obra pictórica de Bosch. Mas não deixou de lado um certo abstraccionismo, como se pode ver pelas formas abstrusas incrustadas ou serpenteando na obra. A referenciação histórica não foi igualmente descurada. Temos o já referido minarete, ligado obviamente à arquitectura árabe, que tanta influência deixou na Península; uma guarita, de tamanho 10 vezes superior ao normal (certamente para enfatizar o seu papel), vestígio claro da arquitectura militar portuguesa dos séculos XVI e XVII; e ainda uma parte em linguagem classicizante-orientalista.

Permitam-me ainda acrescentar que me parece clara a influência que outras importantes referências terão tido no projectista, nomeadamente as casas dos Estrumpfes, os postais e mochilas Hello Kitty, ou as construções atlantes da série de BD Blake & Mortimer; mas sobretudo, indiscutivelmente, a caixa-forte do Tio Patinhas. Acho que existe aqui ainda qualquer coisa das paisagens curvilíneas de Milo Manara (se bem, que, neste ponto, pessoalmente, acho que o arquitecto ainda tem que “pedalar” bastante).


E que dizer quanto aos pressupostos teóricos que sustentam este trabalho?

Leiam e aprendam, com as palavras do Prof. Dr. Troufa Real:


Gosto muito de tudo o que é alto.”

Uma caravela num temporal, toda dobrada” (quanto à nave)

Uma referência à casa portuguesa do arquitecto Raúl Lino” (quanto à casa do pároco)

Uma réplica das antigas fortalezas portuguesas da época dos Descobrimentos” (quanto ao centro social)

As Tentações de Santo Antão (...) e José Saramago” (quanto às influências gerais)

Um cadáver esquisito” (quanto ao seu próprio projecto para a igreja)

É por estas razões que o queijo Limiano é tão apreciado” (frase que, segundo ele, resume a polémica gerada em torno da obra)


A minha arquitectura está ligada ao mundo do fantástico, é de raiz simbólica. Não sou um arquitecto moderno, sou antimoderno”

Gosto de ideias que se aproximam do limiar entre o kitsch e o piroso”

É um bando de velhos, autênticos talibãs da arquitectura que não se reciclaram e não percebem o que se está a passar no mundo (...) Odeiam outras culturas. Só sabem fazer peixe podre, peixe passado” (quanto a alguns arquitectos contemporâneos de índole modernista)

Deixem-me ser livre. Tenho direito à minha arquitectura de autor” (recado para todos os críticos da sua arquitectura)



Metam os Sizas, Soutos de Moura, Aires Mateus, Távoras e Athouguias na gaveta. Troufa Real chegou para ficar. Até Chuck Norris tem medo dele.



PS.: Peço desculpa pela extensão do post, mas convenhamos que uma obra deste calibre merece um pouco de espaço mediático, não? ;)


Links

http://troufareal.blogspot.com/

http://www.publico.clix.pt/Local/troufa-real-responde-as-criticas-com-nova-proposta-de-torre_1410653

http://www.ionline.pt/conteudo/34084-troufa-real-justifica-igreja-aberrante-com-o-queijo-limiano

Com algum mau gosto...

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o "nosso" outlet

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época de oportunidades? é porque nesta altura é mais barato.

vamos a isso?

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no arranque deste ano, que promete ser brilhante e nunca menos que espectacular, esta genial plataforma aparece de cara lavada, assim como a zona debaixo dos braços, por causa do ernesto. aparentemente destribuiram-se temas específicos aos gloriosos postadores deste magnífico blog e a mim calhou-me "a parvoíce". devo dizer que me assenta que nem uma luva, e modéstia à parte, é algo que sou naturalmente bom. perguntem a quem quiserem, no mínimo vão ter uma reposta do tipo :" ah! aquele idiota...". prometo tudo menos seriedade, um pouco como todos os políticos. tendo este pensamento em conta, tenham a atitude sensata de não me levar a sério...

escrever sobre coisas é bem mais libertador do que parece, pois a lógica ou a razão são utopias e a parvoíce e a estupidez são as rainhas, mas com chapéus de bôbo da corte. logo, irei andar a desbravar temas como arquitectura, metereologia, cachecóis, (recebi 3 neste natal tal como os habituais 2 pares de meias pierre cardin), suécia (o local onde fui parar na aventura erasmus) e a nossa mui nobre faup. este último vai ser mais ou menos um tiro no escuro visto que o meu traseiro irá raramente se sentar nas super-confortáveis cadeiras do auditório fernando távora ou os banco quebra-costas das diversas salas; contudo a saudade (?!) irá despertar alguns posts. nem que seja para falar daqueles intervalos que consistem em fitar as diversas marcas de chocolate na penúltima fila da máquina de comida.

sinto que este ano vai ser um ano glorioso para os amigos, isto porque acordei a espirrar hoje. se nos abstrairmos da parte do ranho, o nariz é no fundo um mecanismo que lança fogo de artifício. fogo de artifício - glória. faz sentido? nunca na vida, mas isso também não interessa, até porque nesta época do ano...

...o importante é que haja saúde!

como diria um sábio anónimo: eles andem aí!

Second Edition

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Superstar

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Eis que no recomeçar de mais um ano, uma nova produção se apronta. Serão necessários castings (aos quais você se poderá candidatar), para encontrar talentosos e sensuais actores, encenadores, cantores, aristos, figurantes, tudo! (não se assuste com a palavra sensual... você, caro leitor, até tem uma aparência relativamente razoável de fazer inveja a muita boa gente... e creio que terá fortes probabilidades a obter o estatuto de vedeta seleccionada...)

Este novo projecto, que já se tinha iniciado e visa obter um retrato das diferentes situações, emoções, pelas quais diferentes faupinos vão passando, em diferentes alturas desta tão peculiar e estranha coisa a que se dá o nome de curso...

Este vídeo aqui, mostra mais uma musiquinhazinha, em modo semi-karaoke rafeirolazito, e consiste numa das duas últimas odes que tem como tema principal : "um alguém". Aviso que por volta dos dois minutos e qualquer coisa (se conseguir ter paciência para chegar até lá), isto começará a ser algo repetitivo, porém...poderá entreter-se a imaginar as coreografias e danças la férianas a meterem-se pelo meio.

O Regresso do Aristo

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voltou para partir tudo...

redux

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