revivalismozinho

0 !
Há coisas que nunca mudam e, mais tarde, acabam por se tornar numa imagem de marca. As (míticas) entregas de Projecto III são uma delas. De 23 passa para 28; de 28 para 1 mas com maquetas a 4; de 4 alonga-se até 7. Dia 11 ainda andam os cordeirinhos muito certinhos a finalizar maquetas (as datas referidas são fictícias, servindo apenas como um possível exemplo). Como se vive uma fase de "moda-revivalista" achei pertinente ir ao arquivo da instituição "Amigo do Aristo" buscar um post que se encaixa muito bem nesta altura (todos os anos) e uma ilustração do Lino que também não fica nada mal. Citando Vítor Espadinha: "e recordar é viver..."


"Porto, 16 de Agosto de 2008

Informam-se todos os alunos que frequentaram o 3º ano de arquitectura na FAUP no decorrer do passado ano lectivo que, por motivos de força maior, já não serão aceites mais folhas de entrega à cadeira de projecto III a partir de 2ª feira dia 18 de Agosto (no entanto a porta das salas será fechada apenas na sexta). Esta atitude advém de uma pressão dos órgãos administrativos da faculdade que têm como intenção iniciar o ano em Setembro e necessitam dos resultados das avaliações, ignorando que as mesmas requerem um processo demorado de amadurecimento. O corpo docente descarta qualquer responsabilidade no caso e lamenta que assim seja pois reconhece que alguns alunos ainda poderiam alcançar melhores resultados. Pedimos por isso desculpa a todos os alunos que tenham de largar os respectivos programas de desenho computorizado e se vejam forçados a usufruir do período de férias. Todos os acordos pedagógicos ficam, por isso, sem efeito a partir de segunda-feira (ou sexta, vá lá).

Com as mais sinceras desculpas,
os Docentes de Projecto III"

"cartolados"

35 !

não posso deixar de achar irónico ver alunos que passaram anos a fio a atacar a praxe mas no dia do cortejo lá compram a sua cartola e vão para o meio da comunidade académica festejar.

"trajar nunca! cartola? claro que sim: sou finalista."

a propósito do nevoeiro...

6 !
create avatar

...será que a manhã se aproxima?

A propósito

9 !
Aproveitando o mote dos videojogos lançado pelo post anterior, apresento um pequeno vídeo montado a partir do meu modelo da FAUP para Call of Duty 4 . Dedico-o, sobretudo, aos nossos caros companheiros que se encontram este ano por paragens mais longínquas; que possam matar saudades destes espaços que nos são tão queridos a todos, e comover-se pela milésima vez com as inspiradoras linhas arquitectónicas da nossa faculdade...


Pokefaup 1

12 !
Consta que a Nintendo estará a desenvolver um novo projecto...

A saída de emergência

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Estudante nr 0302010XX estava muito descansadinho a fazer o seu módulo de habitação colectiva no sistema de acesso directo quando, sentiu um cheiro a queimado. Saiu da sua sala do quarto piso da torre G e foi à caixa de escadas. Grande fumarada e gritos de pânico. Fugiu para o w.c. onde, ainda restavam umas escadas deixadas pelo Sr. João para se aceder à cobertura...
Saída de emergência from AdA - Lino Amarguinho on Vimeo.

o novo reino

0 !
numa manhã de nevoeiro chega uma, aparentemente, nova dinastia; seguem-se os episódios a que já estamos habituados, com algumas (poucas, infelizmente) novas personagens no elenco do costume.

ao contador de histórias...

0 !
um aluno faupino é enviado para uma ilha (sala do janelão, antigamente era a 4.2 da torre E) para uma sessão de... qualquer coisa. depara-se com uma personagem bizarra (ilustre bigode farfalhudo e óculos pré-históricos).

a vida deste aluno iria mudar para sempre...
-

"era uma vez um golfinho..."

garantia de qualidade

0 !

projectores anselmo.
"we'll leave the projector on for you."


"antes tinha grande dificuldade em explicar as flechas. agora? tudo mudou!"
- docente satisfeito

A 5ª Torre

6 !
A faculdade está lotada. Tem gente a mais? Não, tem é torres a menos... Cá está a quinta!
Aqui vos trago, directamente dos arquivos do processo de projecto da faculdade, o render do arquitecto...

Trouxa Real

5 !
É possível que muitos de vocês já tenham ouvido falar deste projecto ímpar que vai ser construído em Lisboa, mas tenho a certeza de que há uma percentagem que ainda não tomou contacto com o mesmo. Não sabem o que estão a perder.

Trata-se da Igreja de S. Francisco Xavier, a ser erigida no Restelo, e o seu autor é o Arq. Troufa Real, claramente um artista de nível internacional, misteriosa e injustamente ignorado pelas retrógradas hostes arquitectónicas nacionais. É, aliás, incompreensível que, como “figura de referência na arquitectura portuguesa” que é, não se envidem todos os esforços para que os estudantes de arquitectura conheçam devidamente a sua obra e aprendam com ela.


Mas o que caracteriza então esta proposta tão excepcional?

Em primeiro lugar, atentem na cuidadosamente apurada volumetria, com um fantabulástico minarete de 100 m de altura que tão bem se integrará no skyline alfacinha.

A proporção e relações entre as várias peças são, no mínimo, magistrais. Vê-se que há um indiscutível “ar de família” entre as diversas formas, na sua diversidade; é difícil encontrar projecto mais unitário do que este.

Não deixem igualmente de reparar na escolha acertada dos materiais, que conferem uma expressão inigualável ao edifício, e no sensível trabalho cromático, cheio de subtileza e sensatez.

Do mesmo modo, o arquitecto procurou inspiração em elementos intimamente ligados à arquitectura, como o sejam barcos, ondas, jóias, etc.., ou a obra pictórica de Bosch. Mas não deixou de lado um certo abstraccionismo, como se pode ver pelas formas abstrusas incrustadas ou serpenteando na obra. A referenciação histórica não foi igualmente descurada. Temos o já referido minarete, ligado obviamente à arquitectura árabe, que tanta influência deixou na Península; uma guarita, de tamanho 10 vezes superior ao normal (certamente para enfatizar o seu papel), vestígio claro da arquitectura militar portuguesa dos séculos XVI e XVII; e ainda uma parte em linguagem classicizante-orientalista.

Permitam-me ainda acrescentar que me parece clara a influência que outras importantes referências terão tido no projectista, nomeadamente as casas dos Estrumpfes, os postais e mochilas Hello Kitty, ou as construções atlantes da série de BD Blake & Mortimer; mas sobretudo, indiscutivelmente, a caixa-forte do Tio Patinhas. Acho que existe aqui ainda qualquer coisa das paisagens curvilíneas de Milo Manara (se bem, que, neste ponto, pessoalmente, acho que o arquitecto ainda tem que “pedalar” bastante).


E que dizer quanto aos pressupostos teóricos que sustentam este trabalho?

Leiam e aprendam, com as palavras do Prof. Dr. Troufa Real:


Gosto muito de tudo o que é alto.”

Uma caravela num temporal, toda dobrada” (quanto à nave)

Uma referência à casa portuguesa do arquitecto Raúl Lino” (quanto à casa do pároco)

Uma réplica das antigas fortalezas portuguesas da época dos Descobrimentos” (quanto ao centro social)

As Tentações de Santo Antão (...) e José Saramago” (quanto às influências gerais)

Um cadáver esquisito” (quanto ao seu próprio projecto para a igreja)

É por estas razões que o queijo Limiano é tão apreciado” (frase que, segundo ele, resume a polémica gerada em torno da obra)


A minha arquitectura está ligada ao mundo do fantástico, é de raiz simbólica. Não sou um arquitecto moderno, sou antimoderno”

Gosto de ideias que se aproximam do limiar entre o kitsch e o piroso”

É um bando de velhos, autênticos talibãs da arquitectura que não se reciclaram e não percebem o que se está a passar no mundo (...) Odeiam outras culturas. Só sabem fazer peixe podre, peixe passado” (quanto a alguns arquitectos contemporâneos de índole modernista)

Deixem-me ser livre. Tenho direito à minha arquitectura de autor” (recado para todos os críticos da sua arquitectura)



Metam os Sizas, Soutos de Moura, Aires Mateus, Távoras e Athouguias na gaveta. Troufa Real chegou para ficar. Até Chuck Norris tem medo dele.



PS.: Peço desculpa pela extensão do post, mas convenhamos que uma obra deste calibre merece um pouco de espaço mediático, não? ;)


Links

http://troufareal.blogspot.com/

http://www.publico.clix.pt/Local/troufa-real-responde-as-criticas-com-nova-proposta-de-torre_1410653

http://www.ionline.pt/conteudo/34084-troufa-real-justifica-igreja-aberrante-com-o-queijo-limiano

Com algum mau gosto...

9 !

o "nosso" outlet

2 !


época de oportunidades? é porque nesta altura é mais barato.

vamos a isso?

0 !
no arranque deste ano, que promete ser brilhante e nunca menos que espectacular, esta genial plataforma aparece de cara lavada, assim como a zona debaixo dos braços, por causa do ernesto. aparentemente destribuiram-se temas específicos aos gloriosos postadores deste magnífico blog e a mim calhou-me "a parvoíce". devo dizer que me assenta que nem uma luva, e modéstia à parte, é algo que sou naturalmente bom. perguntem a quem quiserem, no mínimo vão ter uma reposta do tipo :" ah! aquele idiota...". prometo tudo menos seriedade, um pouco como todos os políticos. tendo este pensamento em conta, tenham a atitude sensata de não me levar a sério...

escrever sobre coisas é bem mais libertador do que parece, pois a lógica ou a razão são utopias e a parvoíce e a estupidez são as rainhas, mas com chapéus de bôbo da corte. logo, irei andar a desbravar temas como arquitectura, metereologia, cachecóis, (recebi 3 neste natal tal como os habituais 2 pares de meias pierre cardin), suécia (o local onde fui parar na aventura erasmus) e a nossa mui nobre faup. este último vai ser mais ou menos um tiro no escuro visto que o meu traseiro irá raramente se sentar nas super-confortáveis cadeiras do auditório fernando távora ou os banco quebra-costas das diversas salas; contudo a saudade (?!) irá despertar alguns posts. nem que seja para falar daqueles intervalos que consistem em fitar as diversas marcas de chocolate na penúltima fila da máquina de comida.

sinto que este ano vai ser um ano glorioso para os amigos, isto porque acordei a espirrar hoje. se nos abstrairmos da parte do ranho, o nariz é no fundo um mecanismo que lança fogo de artifício. fogo de artifício - glória. faz sentido? nunca na vida, mas isso também não interessa, até porque nesta época do ano...

...o importante é que haja saúde!

como diria um sábio anónimo: eles andem aí!

Second Edition

0 !

Superstar

4 !
Eis que no recomeçar de mais um ano, uma nova produção se apronta. Serão necessários castings (aos quais você se poderá candidatar), para encontrar talentosos e sensuais actores, encenadores, cantores, aristos, figurantes, tudo! (não se assuste com a palavra sensual... você, caro leitor, até tem uma aparência relativamente razoável de fazer inveja a muita boa gente... e creio que terá fortes probabilidades a obter o estatuto de vedeta seleccionada...)

Este novo projecto, que já se tinha iniciado e visa obter um retrato das diferentes situações, emoções, pelas quais diferentes faupinos vão passando, em diferentes alturas desta tão peculiar e estranha coisa a que se dá o nome de curso...

Este vídeo aqui, mostra mais uma musiquinhazinha, em modo semi-karaoke rafeirolazito, e consiste numa das duas últimas odes que tem como tema principal : "um alguém". Aviso que por volta dos dois minutos e qualquer coisa (se conseguir ter paciência para chegar até lá), isto começará a ser algo repetitivo, porém...poderá entreter-se a imaginar as coreografias e danças la férianas a meterem-se pelo meio.

O Regresso do Aristo

2 !


voltou para partir tudo...

redux

2 !

Em terras erásmicas...

3 !
Deseja possuir uma única e inigualável peça de design na sua habitação? Ou um el croquisinho? Ou mesmo, quem sabe...um esquicito de equídeos com dedicatória personalizada para a sua pessoa? Ou prefere obter aquele corte constructivo que lhe vai assegurar o 17 numa disciplina relacionada com Construção?

Pelos vistos parece que sim: existe um lugar onde encontrar isso tudo é possível...


flanela

0 !

o que muita gente não sabe, mas um grupo de cientistas da faculdade de harvard, que são sempre os gajos que descobrem estas coisas e sendo de harvard devem saber do que falam, descobriu, é que as camisas de flanela possuem propriedades físicas que magnificam exponencialmente os conhecimentos teóricos dos indivíduos que as vestem; se forem aos quadradinhos, ainda multiplicam esses mesmos conhecimentos por dois. o mesmo estudo revela que se com a camisa quadriculada de flanela se conciliar um bigode farto e robusto estaremos na presença de um ser de capacidade teórica ilimitada. e esta, hein?

no seu rabo manda o seu dono

75 !

nova época

0 !
já estão disponíveis para download episódios da nova temporada da aefaup; é pa seguir de perto: está melhor que nunca.

a sombra da bananeira

6 !


desde o momento em que se entra na faup, na condição de aluno, até ao momento em que se sai, na condição de "mestre" arquitecto, somos bombardeados com imensa inutilidade. depois de uma pequena investida no mundo da internet é possível afirmar que a maior de todas elas consiste na ideia de que esta se trata de instituição ímpar no ensino da arquitectura, a única com um verdadeiro processo pedagógico, e, acima de tudo, a que forma os melhores arquitectos.

acredito que em tempos tenha sido assim; mas o que me faz pensar é se ainda o será.

para me explicar tenho de partir de um exemplo concreto. há uns dias fiquei muito feliz quando descobri que o benfica tinha sido considerado o 9º maior clube do século xx. na minha condição de benfiquista li a notícia e fiquei satisfeito por saber que para a determinação da "classificação" tinha sido utilizado um processo matemático com soma de pontos por vitória e dedução por derrota. não se tratava por isso de uma vulgar frase do vulgar presidente do clube. fiquei realmente feliz. no entanto fui averiguar os números recentes. o mesmo estudo demonstrava que no século xxi, o actual, nos primeiros 8 anos o benfica era o 127º. pois bem, já não fiquei lá muito contente.

para não me deprimir com este estudo mudei radicalmente de tema nas minhas pesquisas blóguicas: arquitectura. mais especificamente concursos para estudantes. andei a ver os prémios secil universidades e na categoria de premiados vi nomes como "lusíada", "autónoma", "beira interior", etc. só não vi faup. fui aos arquivos e recuei até 2001.

estranhei.

fui ao site umsitio.com, uma base de dados de concursos, e na secção de resultados procurei pela faup uma vez mais. dois resultados: a organização de dois concursos (cobertura das galerias de paris e go architecture). resultados: um foi ganho pela lusíada de braga, o outro pela lusíada do porto e um prémio para a faup. "vá lá... ganhamos um." não. foram alunos erasmus na faup que ganharam: alunos cuja formação nada se prende com a mítica escola do porto.

comecei a ficar na dúvida. fui, por isso, ver nos arquivos da rtpn programas gravados do arquitectarte, um semanário de arquitectura. certamente estaria entulhado de reportagens com os grandes nomes da nossa faculdade. qual não foi o meu espanto quando apenas aparecem 4 deles espalhados por 26 episódios do programa tendo cada um 3 convidados. em 78 arquitectos portugueses referidos no programa 4 são da faup o que dá 5,2% (!).

isto deixou me num verdadeiro dejá vú do que o benfica já foi mas, acima de tudo, do que é agora e de como a faup é exactamente a mesma coisa.

um gordo deitado na praia a descansar à sombra da bananeira.

Temporada 2009/2010

0 !
Pois bem...breve este espaço cibernético faz dois anitos... parece que um novo e estranho ano lectivo se vai iniciar (ou iniciou-se, tendo em conta a conjuntura de alguns seres...). Equacionou-se uma eventual paragem deste nosso querido e amado blog..mas parece que este ainda irá a continuar a oferecer toda uma vasta gama de posts algo deploraveis, infelizes e de qualidade inferior (como este aqui que estaides lendo).Não se sabe aínda, é se este vai ser fruto de actualizações diárias, ou se será fruto de actualizações semestrais, no entanto, creio que a gloriosa Inoi Truão se encarregará de transformar a primeira hipótese numa realidade verificavel por todos nós...


"Amigos on tour"

0 !

Uns tantos membros do Amigos irão experimentar algumas irmãs europeias da nossa Faup. O futuro é incerto. Quer para os que ficam, quer para os que vão, e ainda ao nosso leitor, que corra bem o próximo ano lectivo.

Popiparó...popiparé...

1 !

aos professores de teoria (e outros)

2 !
estava a circular pelo interessantissimo mundo dos blogs quando me deparei com este texto.

ps: é endereçado a todos os arquitectos e estudantes de arquitectura. 

"Once, a long time ago in the days of yore, I had a friend who was studying architecture to become, presumably, an architect.This friend introduced me to other friends, who were also studying architecture. Then these friends had other friends who were architects - real architects doing real architecture like designing luxury condos that look a lot like glass dildos. And these real architects knew other real architects and now the only people I know are architects. And they all design glass dildos that I will never work or live in and serve only to obstruct my view of New Jersey.

Do not get me wrong, architects. I like you as a person. I think you are nice, smell good most of the time, and I like your glasses. You have crazy hair, and if you are lucky, most of it is on your head. But I do not care about architecture. It is true. This is what I do care about:

* burritos
* hedgehogs
* coffee

As you can see, architecture is not on the list. I believe that architecture falls somewhere between toenail fungus and invasive colonoscopy in the list of things that interest me.

Perhaps if you didn’t talk about it so much, I would be more interested. When you point to a glass cylinder and say proudly, hey my office designed that, I giggle and say it looks like a bong. You turn your head in disgust and shame. You think, obviously she does not understand. What does she know? She is just a writer. She is no architect. She respects vowels, not glass cocks. And then you say now I am designing a lifestyle center, and I ask what is that, and you say it is a place that offers goods and services and retail opportunities and I say you mean like a mall and you say no. It is a lifestyle center. I say it sounds like a mall. I am from the Valley, bitch. I know malls.

Architects, I will not lie, you confuse me. You work sixty, eighty hours a week and yet you are always poor. Why aren’t you buying me a drink? Where is your bounty of riches? Maybe you spent it on merlot. Maybe you spent it on hookers and blow. I cannot be sure. It is a mystery. I will leave that to the scientists to figure out.

Architects love to discuss how much sleep they have gotten. One will say how he was at the studio until five in the morning, only to return again two hours later. Then another will say, oh that is nothing. I haven’t slept in a week. And then another will say, guess what, I have never slept ever. My dear architects, the measure of how hard you’ve worked and how much you’ve accomplished is not related to the number of hours you have not slept. Have you heard of Rem Koolhaas? He is a famous architect. I know this because you tell me he is a famous architect. I hear that Rem Koolhaas is always sleeping. He is, I presume, sleeping right now. And I hear he gets shit done. And I also hear that in a stunning move, he is making a building that looks not like a glass cock, but like a concrete vagina. When you sleep more, you get vagina. You can all take a lesson from Rem Koolhaas.

Life is hard for me, please understand. Architects are an important part of my existence. They call me at eleven at night and say they just got off work, am I hungry? Listen, it is practically midnight. I ate hours ago. So long ago that, in fact, I am hungry again. So yes, I will go. Then I will go and there will be other architects talking about AutoCAD shortcuts and something about electric panels and can you believe that is all I did today, what a drag. I look around the table at the poor, tired, and hungry, and think to myself, I have but only one bullet left in the gun. Who will I choose?

I have a friend who is a doctor. He gives me drugs. I enjoy them. I have a friend who is a lawyer. He helped me sue my landlord. My architect friends have given me nothing. No drugs, no medical advice, and they don’t know how to spell subpoena. One architect friend figured out that my apartment was one hundred and eighty seven square feet. That was nice. Thanks for that.
I suppose one could ask what someone like me brings to architects like yourselves. I bring cheer. I yell at architects when they start talking about architecture. I force them to discuss far more interesting topics, like turkey eggs. Why do we eat chicken eggs, but not turkey eggs? They are bigger. And people really like turkey. See? I am not afraid to ask the tough questions.

So, dear architects, I will stick around, for only a little while. I hope that one day some of you will become doctors and lawyers or will figure out my taxes. And we will laugh at the days when you spent the entire evening talking about some European you’ve never met who designed a building you will never see because you are too busy working on something that will never get built. But even if that day doesn’t arrive, give me a call anyway, I am free.

Yours truly, Annie Choi"

opinioes?

quem é, afinal, FRANCO TABOADA?

8 !






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quem é, afinal, FRANCO TABOADA?


deixe aqui a sua opinião.

Sessão de Avaliação

1 !
Aviso: não vale a pena ver sem ler... mas também não sei se valerá a pena ver, mesmo lendo...

Este pequeno post é marcado por duas dúvidas existenciais:

-irá afinal haver, ou não, uma sessão de avaliação a História em Julho?

-terão todos os grupos uma experiência recíproca, no que concerne ao que se irá demonstrar no pequeno videozinho seguinte?

Este vídeo (excerto de um filme, não editado), é dedicado aos grandiosos elementos do meu grupo, que estiveram no mesmo barco que eu, e consiste numa filmagem de uma das sessões de avaliação do trabalho de grupo de história que retrata o momento de entrada na sala e um pouco do desenvolvimento da sessão que se prolongará por duas pequenas horas...



PS:
1-Posteriormente , e só posteriormente, à avaliação, poderei cantar alegremente, junto com o magnânimo Professor Jiaho, aleluia...aleluia...
2-É preciso gravar o cd!

Na falta de melhor...

0 !

se não os consegues vencer...

31 !
...ri-te deles.
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relatei aqui dois episódios; um ao qual assisti, uma bem disposta negociação de dois valores numa avaliação à qual o professor acabou por ceder, e outro relatado por fonte segura, de uma visão de "estudo/teste/etc" bastante peculiar. não só não consegui o meu objectivo, parodiar o ridículo das duas situações, como ainda acabei mal visto.
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peço desculpa pelos mal-entendidos.
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não estou morto e sou religioso...

0 !
após algum tempo afastado desta brilhante plataforma (algumas pessoas afirmam teram passado séculos) venho brindar os milhões de leitores do blog com um pequeno post...é muito rápido e é um tema sui generis...

exacto..é sobre história.

então acaba história da arquitectura portuguesa e não se faz um post sobre isso? depois de tantas medidas, alçados, pesquisas sobre terras que parecem animais extintos, de duartes de armas, de duartes em geral e de tantas curvas de níveis desenhadas e pintadas eu acho que é, no mínimo, desenvolve-se dentro de nós um sentimento libertador.

este sentimento rejubila ainda mais se adicionarmos o facto que podemos mandar a um lugar bem feio os mestres da batalha ou então enfiar-lhes uma mainelada no clerestório, porque no fundo, tanto rendilhadozinho...bem..voçês chegam lá.

quando saí do teste e gritei a alto e bom som..ACABOU-SE!, causando uma gargalhada na sala (segundo fontes seguras) seguida de alguns insultos, comecei a cantar para mim esta canção que quero partilhar com voçês:



sim..é verdade. história acabou. ide em paz e que o joão de castilho vos acompanhe.

A Escola do Porto (respeito!)

6 !

gatinho.

1 !
existem dois tipos de pessoas neste mundo. os que vão para o google procurar o seu próprio nome e os outros.
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interessante é também verificar um novo fenómeno: os que surgem no google quando não os procuramos.
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pois bem, esta é a história de romero (nome fictício), um aluno que só queria estar bem longe da nossa mui nobre instituição.
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romero era um rapaz saudável que apenas queria estudar em guimarães. num momento a sua vida mudou e, graças a um infortúnio matemático, por apenas umas décimas aterrou no porto. desiludido disse ao mundo que não queria ali estar: não era seu lugar. 4 anos passaram; foi crescendo, fez-se homem, e é actualmente um ícone sexual, desejado por muitas, tocado por poucas, que passeia o seu charme pela grandiosa faup, impregnando os corredores de hormonas saltitantes, raqueteando bolas contra o capotto e projectando com mestria.
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sugiro que "googlem" a palavra faup e percebam que ele é mais que alguns de nós, mera plebe.
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Viva o "afaga o cabelinho sharing"

4 !


Congratulações prezados alunos do 4º ano que sobreviveram a mais um teste de teoria 3, essa bela coisa. Nós por cá, gostamos muito da época de testes porque representa diversão. Felizmente os testes estão espaçados entre si e em semanas sem aulas. É uma alegria. Mas não é este festival que me faz “postar” hoje. Esta vaga de testes trouxe e está a trazer mais um surto do já nosso conhecido “afaga o cabelinho sharing” e ainda alguns casos do "esconde o apontamentosinho hiding". Desta vez o fenómeno atingiu o estado de calamidade. Nas vésperas do teste de estruturas, o nosso amigo orangino foi consultado via telefone por várias entidades que com certeza já não lhe falavam há mais de 6 meses. O moço nem conseguiu estudar em pleno tal era a carga de solicitações pessoais e via telemóvel do tipo “desculpa incomodar, he he, lol, era só pra perguntar…” ou “olha, olá, hi hi, tudo bom? numa flexão composta o esforço bla bla bla…?” O rapaz lá teve os seus cinco minutos de fama, foi de facto glorioso.
As más línguas dizem que o súbito e fugaz interesse na pessoa por parte de tão remotas amizades se deve ao seu estatutário 20 no primeiro exame, mas que diabo, estas mesmas ainda nutrem um ambiente de convívio quotidiano onde há relações entre os colegas com cumprimentos, conversas, etc…, não vejo de onde virá tanta malícia. Bom, vamos ao que interessa, o “amigos” resolveu facilitar a vida à malta, o teste de história está aí à porta e o nosso cordeirinho dos Arcos vai estar solto na floresta… Por isso, caros lobinhos, aqui vai o contacto da próxima vítima:

00351 93 8627428

Incluo o indicativo nacional para o caso de quererem tirar uma dúvida de última hora estando no estrangeiro. Devo contudo advertir-vos para o seguinte, segundo desabafos do próprio "senhor 18", ele não se encontra tão bem preparado para este segundo teste como estava para o primeiro, julgo que deverão ter isso em conta.

Sem mais sarcasmices, bom “estudo” para história…

Os 3 mistérios da Faup

2 !
Muito brevemente os 3 maiores enigmas de toda a história faupesca irão ser revelados.

-Quem é o responsável pela selecção das senhoras da limpeza?

-Que ligação misteriosa existe entre o Sr. Guedes, a Amelie Poulain do bar e o espaço por debaixo das escadas no corredor?

-O que é que se esconde no cacifo 103?

To be revealed soon...

"ai sim? não me digas..."

19 !
(Estava eu a tentar perceber o motivo por trás de uma reunião na qual se discutiriam soluções para o "apertado" calendário que nos espera, quando dei por mim a ter uma discussão singular.
.
pessoa: "os critérios de avaliação não estão correctos. temos trabalho a mais e como tal devemos cancelar alguns testes! eu mereço ser devidamente avaliada..."
.
eu: "ai sim? não me digas... e a urbanística? estás a ser bem avaliada?"
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pessoa: "não!"
.
eu: "então vamos reivindicar um exame?"
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pessoa: "és doido?"
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portanto... os critérios de avaliação não estão correctos. )

.
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PESSOAL DO QUARTO ANO: se tivessem trabalhado menos para a ***** da inútil disciplina de história e fossem adiantando as outras cadeiras teriam tido tempo para perceber que valiam o mesmo (estruturas e teoria) e que este ano é tão mau como os outros: normalíssimo! ninguém está nesta faculdade obrigado. podiam também ter percebido que o vosso futuro não é ser assistente da cadeira, porque só há um lugar e já foi ocupado, e podiam, já agora, parar de se queixar porque já irrita tanta lamúria.
.
"ai que não durmo... ai que não como... ai que não tenho tempo para nada..."
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testes com consulta? testes em que sabem as perguntas antes do teste? testes sobre o trabalho prático feito nessa mesma semana? disciplinas feitas com trabalhos de outras cadeiras e de outros alunos de outros anos?
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isto é palhaçada atrás de palhaçada... em que outra faculdade do planeta isto existe?
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estou farto de tanto queixume.
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quem trepa no coqueiro é o rei

7 !
O meu novo browser - Google Chrome - tem-me deixado bastante satisfeita. Apesar das (poucas) desvantagens face ao Firefox, é muito mais vantajoso em termos de utilização de memória, e assim consigo ter o Archicad, o Paint Shop Pro, o Word e o Powerpoint ligados ao mesmo tempo que navego por aí. O que, desde já, implica duas coisas.


1.

Muitos programas diferentes = trabalho. Grande parte do quarto ano tem protestado devido ao excesso de trabalho. Ora eu não fui à reunião de discussão deste mesmo assunto na sexta-feira passada (aproveitei o tempo para trabalhar), mas sou a primeira a concordar que há trabalho a mais. Qual é o estudante que gosta de ver no calendário um magote de testes, exames e entregas?

A concentração é tal que este magote se asssemelha a um grande borratão de tinta no meu calendário.

Afinal, não é como se o pessoal de outras faculdades tivesse exames e trabalhos para entregar, nem como se trabalhasse tanto como nós. Aliás, estou neste momento a olhar para o calendário de exames de um aluno da faculdade de engenharia da universidade do porto, que por sinal não fez mais do que uns testezitos ao longo do semestre e alguns trabalhos míseros. O calendário da primeira chamada desse mesmo aluno é o que se segue:

Análise Matemática 2: 16-06-2009
Planeamento do Território: 17-06-2009
Estatística: 23-06-2009
Resistência dos Materiais 2: 29-06-2009
Teoria das Estruturas 2: 02-07-2009
(Nota: a duração da maior parte dos exames é de três horas, e a segunda chamada dos mesmos começa a 13 de Julho.)

Quero com isto dizer que é suposto os conhecimentos dos alunos serem testados, em toda e qualquer parte. A carga de trabalho neste caso também não é pêra doce: uma pilha de calhamaços a meu ver intragáveis e milhentos exercícios para fazer, porque estes exames são sem consulta, sem perguntas dadas previamente e quase sem copianços. E este aluno, tal como outros amigos meus das faculdades de economia, de medicina, de letras e de desporto, diz-me que seria impensável os alunos tentarem boicotar um exame sem uma razão muito grave por trás.

O que se anda então a passar pelas nossas bandas? Não há datas completamente fixas para nenhum dos nossos trabalhos e testes. A maior parte dos alunos não sabe nem tenta descobrir qual a cotação atribuida aos mesmos na nota final durante grande parte do ano. A maior parte dos professores claramente não sabe o que os outros estão a fazer até aparecerem uns grandes cartazes afixados nas portas. Não existe uma época definida de aulas e outra de exames/entregas. As presenças nas aulas são largamente subvalorizadas, tanto por alunos como por professores. As entregas pesam no bolso dos alunos e há quem tenha de fazer um esforço para segurar a mesada. No ano passado, o terceiro ano passou meses sem substituição de CAD, para no fim se desenrascarem com um trabalhito que justificassem uma nota. A secretaria passou grande parte do início do ano sem saber a quantas andava, chegando ao ponto de recusar a admissão de alunos no seu recinto, e conheço quem tenha perdido alguns subsídios e bolsas à conta disto (ainda hoje, quando falo disto, há quem não acredite). O plano curricular tem falhas enormes - como é que uma cadeira como Antropologia do Espaço transita do primeiro ano para opção do quinto ano? Se se trata de uma disciplina que requer o entendimento mais amadurecido do quinto ano, e pode nem sequer interessar à maior parte, então o que é que ela estava a fazer no primeiro ano, que é um dos mais essenciais para a nossa formação? E como é que espetam algo como Sistemas Estruturais no quarto ano, quando a maior parte do alunos não tem física (físico-química) desde o 9º ano do básico e matemática desde o 12º ano do secundário (e alguns nem isso)? Sobretudo quando é evidente que um professor não pode (não é humanamente possível) ensinar-nos as bases juntamente com o resto da matéria num ano. Já para não falar de Erasmus, que foi o que se viu, com quezílias a rebentarem por todos os lados.

Chegámos ao ponto em que se vivem situações deste género: estão os alunos numa segunda feira de manhã a faltar às teóricas (urbanística tinha quatro alunos) e a trabalhar nas salas de projecto para a entrega de construção, porque são as salas do nosso ano (as outras estarão ocupadas com alunos de outros anos), e porque é um trabalho de grupo (é mais simples reunir o grupo na faculdade). E no meio do frenesim todo, aparecem os professores de projecto. Havia aulas de projecto, obviamente - quando se está a trabalhar afincadamente, perde-se um bocado a noção do tempo, - mas houve muito quem fosse apanhado de surpresa. Claro que não devíamos estar a trabalhar para contrução nas aulas de projecto. Claro que devíamos ter feito o trabalho com mais antecedência. Mas mesmo os alunos mais certinhos ainda não descobriram como ter um trabalho anual montado com grande antecedência. Até se pode ter o trabalho todo pronto antes, mas a montagem é aquela coisa que demora sempre mais do que estamos à espera - sobretudo se na semana anterior tiver havido entregas de mais dois trabalhos anuais.
Estamos portanto num impasse. E nisto um dos professores de projecto entra numa das salas, pergunta-nos se o trabalho é para outra cadeira, e diz-nos "Vocês já estão a abusar", antes de sair porta fora.

Na minha opinião (outras pessoas poderão ter teorias mais sólidas), temos perante nós uma situação de grande desorganização, desassossego e stress acumulado. De todas as partes envolvidas. O que conduz a medidas de desespero, tais como abaixos-assinados para anular dois dos testes devido a problemas que até deviam existir em primeiro lugar, só que com uma pele diferente: não deviam ser problemas. O que se pode fazer quanto a isto? A velha ladainha, muito acertada, de responsabilidade, trabalho e cumprimento do dever. O que se vai fazer quanto a isto? Não sei. Sou um excelente espécime da casa - relato os problemas, mas acho que a solução é difícil, pois não podemos mudar completamente quem somos. Mas estou aberta a sugestões.

E sim, participei no abaixo-assinado pela simples razão de que me dava jeito. Se vou faltar caso haja testes é que já não sei - a minha consciência moral já está suficientemente zangada comigo. Pergunto-me se outros sentirão o mesmo.


2.

Num tom mais leve, a questão de poder passar mais tempo com o browser aberto leva-me a deixar aqui os links para uns blogs que tenho andado a explorar e que, até agora, me parecem ser de muita boa qualidade. O primeiro é A Barriga do Arquitecto, made in Portugal, e talvez já o conheçam. Depois, temos o A Daily Dose of Architecture, uma construção fenomenal com actualizações quase diárias e de interesse, bem como links para tudo o que possam imaginar na nossa área. E finalmente, o World Architects, uma bilbioteca de aquitectos em construção que abriu recentemente uma página para os arquitectos portugueses (para a qual o link vos redireccionará). Espera-se um rápido crescimento deste último site.
(Edição posterior: acrescento à lista o blog Where. Depois digam-me o que acham.)



Chovam as críticas. Construtivas, por favor.

Notificação

0 !
Os autores deste blog foram, ... e lamento informar o caro consumidor, nem sei como dizer isto, ... bom ca vai..., "sequestrados"! É isso mesmo. Num golpe de malícia, os criativos foram raptadas por um bando de malfeitores provavelmente oriundos de uma qualquer república do leste europeu. O rapto ainda não foi reinvindicado mas em cooperação com a Interpol, o governo português está a tomar medidas para resolver a situação. Fique então descansado o nosso prezado leitor pois as autoridades nacionais dispõem da mais avançada tecnologia de procura de "tipos estúpidos".
Isto para dizer o quê? Para informar o querido e assiduo consumidor o porquê disto andar um pouquinho morto. He He

Os melhores cumprimentos.

(cifra: experimente trocar o texto em itálico negrito por : "trabalhos de história, construção, estruturas, projecto, espaços, e um bocado de urbanística")

spotless faup

5 !
estive a pensar.

(...)

erro meu. no entanto acabei por chegar a uma conclusão. somos uma espécie de "batatas fritas pringles" da arquitectura.

entramos lá como batatinhas pequenas e roliças, bastante divertidas e em vários tamanhos e feitios. somos descascados e moídos numa espécie de bimbi de alta potência, adicionam-nos água formando uma pasta. depois é só recortar e fritar. voilá. todos eram diferentes, todos acabaram iguais. "quando fazes pop, já não há stop!"

vivam os quadrados tortos com o pátio no meio! viva o betão branco aparente! vivam as sapatas! e vivam os trabalhos de história que tanto acrescentam à minha formação enquanto arquitecto.

obrigado faup.



Jogo da Glória Faupina

3 !
Terá você as qualidades para obter o sucesso faupino?


(O tabuleiro do jogo, que se encontra na imagem abaixo, é para ser impresso em tamanho A3, e está disponível em tamanho real no link.)

Confirma se és um 18... ou se és um 10!



"Um dos melhores jogos que joguei"
Álvaro Siza não disse isto.

mafarrico strikes back

3 !
Numa operação conjunta e inédita, Lino Amarguinho, Professor Jiaho, Ernesto Cardoso, um jovem de fígado invejável e um pivot muito sensual decidiram mostrar aquilo que se passou pela faup de um modo... diferente. Eis a primeira sessão do...
.
.
JORNAL DO ARISTO!
.

aula de urbanística:

0 !



donnut e café em copo

4 !
no porto, um turista que não goste de moelas está numa situação complicada.

Post Estúpido

2 !
(cuidado com eventuais significados disfarçados)



Crianças...3

1 !
Eis que navegando agora pelo Youtube, encontrei um vídeozito que considerei interessante. Se se trocar a palavra "Avô" pela palavra "Stor", de vez em quando... o sentido da musica até encaixa (é a palavra mais indicada por questões de métrica)...mas o que me interessa mesmo, e o que gostei mais...foi das imagens do clip. Mas pronto. Não digo mais nada:


já te disse...?

1 !
depois de mais de 100 posts estava na hora...

Colaborador externo

1 !
O blog dos Amigos foi abordado por uma faupiana, de seu nome Joana Raquel Rocha, pedindo-nos que divulgássemos uma petição em abaixo-assinado relativa ao prazo da dissertação.

Aqui vai o link para a petição:

... dos que ficam

7 !

Acabei de me aperceber de que quase todos os meus colegas co-autores vão de Erasmus no próximo ano. Não estou enganada, ou estou? Tal facto deixou-me bastante animada, não só porque estou farta de os aturar (apesar de serem bons rapazes), mais aos trabalhos de grupo todos que nos impingiram este ano, como também, sendo eles pessoas tão diligentes, pode ser que finalmente voltem a sobrar assuntos para eu comentar neste blog. Com a vantagem acrescida de dar um toque multicultural ao Amigos do Aristo - tive uma visão na qual todos faziam posts sobre a sua experiência lá nos poleiros da Europa, tão distantes que só é possível alcançá-los por voo low-cost.

Mas do que eu queria realmente falar era das pessoas que não vão de Erasmus. Há muitas pessoas assim. Não vão porque estão mais confortáveis cá, ou acham que não vale a pena e que não lhes vai trazer vantagens futuras, ou não querem deixar a família e/ou o(a) namorado(a), ou porque dependem de vários factores económicos, ou porque, com a média que têm, se calhar até nem conseguem grande lugar portanto mais vale estarem quietos. E destas pessoas, algumas até gostavam de ir. Outras nem por isso.

Por alguma razão, somos tratados por muitos como "pobrezinhos". Não é agradável. É, de facto, verdadeiramente irritante. A sério, já tive vontade de bater em algumas pessoas.

Começa sempre pelo "Não vais?!" ou "Não te candidataste?!", com os olhos muito abertos e o tom de voz ligeiramente histérico. Não, não vou. Perdoem-me se estou a cometer um crime. Devo ir entregar-me na esquadra mais próxima?

O "Não vais?!" é geralmente repetido, acrescentando, entre o "Não vais" e a pontuação, uma vírgula, seguida de "a sério".

Esta é a parte em que o pobrezinho começa verdadeiramente a responder "não, não vou", mas é imediatamente interrompido por frases tais como: "Oh, devias ter-te candidatado!", ou "Na tua idade, se eu pudesse, tinha ido", "É uma oportunidade única" ou, falhando tudo o resto, por nova repetição do "não vais" seguido de "devias ir". Se o pobrezinho tiver sorte, não ouve um "louco" ou "burro" à mistura. Como eu disse, é deveras irritante.

Pensemos aqui no que significa realmente ir de Erasmus. Ir de Erasmus é conhecer outras culturas, outro sistema de ensino, outra forma de fazer as coisas, novas pessoas, e talvez estabelecer contactos (se formos bons na arte ou no palavreado) que nos arranjem um emprego no estrangeiro ou cá dentro. Também significa metermo-nos na embrulhada burocrática e telenovelas de choros, dramas e backstabs que já todos conhecem e que se vai desenrolando neste momento na FAUP. E implica ainda dominar minimamente outra língua, mais ou menos difícil, desenrascarmo-nos sozinhos durante um ano (pensem, um ano é muito tempo), pagar um custo de vida que é geralmente mais elevado e arranjar alojamento algures. Bem sei que este último ponto é irrisório para quem já o faz desde o primeiro ano, mas caramba, há algumas diferenças entre continuar dentro de Portugal ou não, zona Euro e livre circulação entre fronteiras à parte. (Oops, esqueci-me dos que vão para a Suíça.)

Ora existem muitas pessoas que vêem aqui mais prós do que contras, algo que eu acho fantástico. Mas há outras pessoas que vêem muitos contras. Demasiados. Ora passemos a um caso concreto.
Imaginem este aluno que deu tudo por tudo para entrar na FAUP, mas depois de entrar a única ambição dele é aproveitar decentemente a sua juventude. As suas notas são medianas, e muito mais baixas do que deveriam a Projecto em particular, porque ele simplesmente não tem paciência para aquelas aulas. Também não tem paciência para as outras, sobretudo as teóricas, pois com a voz arrastada dos profs e o negrume da visualização de slides é garantido que adormece.
Durante os primeiros anos de faculdade, anda confuso. Começa a faltar a muitas aulas, mas lá se vai desenrascando em algumas ao aparecer dez minutos antes do fim para assinar, ou apanhando a folha de presenças no intervalo quando o prof não está a olhar. Vai viajando muito nas férias, com a família. Passa a todas as cadeiras. Desenvolve a arte de fazer trabalhos muito decentes à última da hora. Arranja uma namorada. Deixa de se sentir culpado por faltar a certas aulas, porque sabe que na verdade não vai lá fazer nada e é simplesmente impossível (talvez não impossível, mas... haja paciência!) lidar com alguns professores. Começa a sair mais com os amigos de fora da faculdade e a desenquadrar-se da caixinha de pensamento na qual os primeiros anos de curso o enfiaram. Passa a ler a bibliografia das cadeiras em casa, e a descobrir algumas cadeiras de que até gosta. Continua a falhar miseravelmente a Projecto. Sente-se confiante relativamente ao futuro. Sabe o que vai fazer nos próximos cinco anos, e sabe que a maior parte desses planos estão assegurados. Não inclui Erasmus na lista de possibilidades, pois precisa do dinheiro para realizar alguns dos planos e gosta bastante da sua vidinha cá, de qualquer das formas. Não acha que as portas que Erasmus possa abrir sejam muito relevantes no seu caso, e sobretudo não acha que valha a pena o esforço. Já visitou muitos dos sítios para onde o pessoal vai. Não lamenta não ir.

E depois ouve "Não vais?!"

Arre, chiça. Não vamos. Há quem queira ficar cá. Há quem não concorde que só Erasmus permite a experiência total da escola de arquitectura. Há quem não se rale uma ****** com a escola de arquitectura. Há quem esteja farto de anos e anos de ensino (tenciono, problemas com dissertações ou não, acabar para o ano dê por onde der), quem queira ir para o mundo trabalhar, fazer qualquer coisa, ser útil à sociedade; e talvez fosse mais útil se levasse os seus estudos mais a sério, mas há quem simplesmente não tenha paciência. Ou dinheiro para continuar. Ou disponibilidade mental para aturar certos assuntos. Mas certamente todos, todos os que ficam se questionaram sobre a sua escolha, e não a fizeram de ânimo leve.

Destas pessoas, algumas até gostavam de ir. Outras nem por isso. E nenhuma será certamente pior estudante, pior profissional ou pior pessoa por causa disto.

Aplaudo os que partem, saudarei para o ano os que ficam.

Aquele querido mês de Março...

2 !
AVIZOZINHOS: para que não haja ilusõezitas

1- este vídeo funciona mais ao menos da mesma maneira como o do Adolfo... só que é em inglês e...ainda por cima, as falas são poucas...
2- este vídeo é demasiado looooongo, logo, tem algumas partes aborrecidas, contudo, aconselho que nessas partes, ou se aprecie alguns dos pormenores como expressões faciais, gestos e sons... ou então se reflita acerca da nossa sofrida, dura e angustiante existência... ou então aínda... que se faça outra coisa mais interessante/util que visualizar uma ridícula amostra de vídeo (embora seja, na minha opinião, uma das mais marcantes cenas de cinema...)




Haja motivação...

1 !

Adolfo em Erasmus

8 !
Avisosinho: Este vídeo poderá conter um ou outro termo mais rudó-brejeiro que poderá ferir a susceptibilidade dos mais sensíveis e delicados irmãos...


Pranchas da Funzine

0 !

"não vinculativo"

0 !
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.
a língua portuguesa é traiçoeira.
.
.
(ou os alunos são estúpidos; prefiro a primeira)
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Heaven on their minds

0 !

Era uma vez no 4º Ano...

1 !

Bet and Win

12 !

"e o burro sou eu?!"

4 !
"era uma vez um aluno que acabou o secundário com média de 20 valores a todas as disciplinas. o mesmo aluno foi aos exames nacionais e tirou 20 valores em todos eles (!!!).
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candidatou-se ao ensino superior e, acreditou ele, veria o seu esforço de 3 anos compensado no momento em que conseguisse entrar na faculdade que sempre desejou.
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no início de setembro foi consultar a lista de colocações e descobriu que não entrou. pelos vistos, dois dias antes das colocações decidiu-se que qualquer aluno mais velho que ele, com médias de 10 valores, mas porque era mais velho ou andava a tentar à mais tempo, merecia mais a vaga que ele. se sobrassem vagas, ele poderia ir também. infelizmente para onde queria ir, não sobraram.
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não viveu feliz para sempre."
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moral da história: a geração que entrou na faculdade no ano de 2005 está a ser cilindrada por um regulamento de erasmus que está a dar preferência a alunos com médias de 10,5 valores (!!!!!) em detrimento de alunos que passaram os últimos 4 anos a esfolar-se para terem a média que têm apenas porque... dois dias antes decidiram que assim era mais justo.
.
podemos discutir se projecto é ou não o melhor critério para as colocações; mas não depois de nos manterem durante 3 anos e meio a saber que seria e mudando apenas a "dois dias" das candidaturas.
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não é preciso ter mais de 45 de QI para perceber que esta situação é absolutamente ridícula. a faup começa a habituar-nos, com uma regularidade excessiva, a este tipo de situações. se, pelo menos, o sobrinho ou afilhado de alguém que toma estas decisões estivesse no nosso ano...